10 alternativas de farinha sem glúten para sua dieta

A farinha de trigo, muito usada no preparo de pães, massas e bolos, contém glúten. Essa proteína foi alvo de informações erradas sobre malefícios à saúde, mas não pode ser consumida por algumas pessoas.
Não há evidência científica de que o glúten faça mal a quem não tem intolerância a essa proteína. O trigo e seus derivados oferecem benefícios à saúde, com proteínas, ferro e vitaminas.
Fora os casos de intolerância e da doença celíaca, cortar o glúten é desnecessário e gera gastos extras, já que os produtos sem a proteína costumam ser mais caros.
Quem precisa de alternativas sem glúten, ou quer variar a alimentação, encontra opções de qualidade, inclusive no universo das farinhas. É preciso atenção ao substituir a farinha de trigo, pois a proporção nem sempre é de um para um. Cada opção tem diferenças de peso, absorção de água e quantidade de amido, proteínas e fibras.
Na hora da compra, é necessário verificar a embalagem. Muitas farinhas não têm glúten na origem, mas podem ter contato com a proteína durante o processamento. Um produto só pode garantir que não contém glúten se houver certificação de que não houve risco de contaminação cruzada.
Confira 10 opções de farinhas sem glúten
Farinha de amêndoas: feita de amêndoas descascadas e moídas, é rica em minerais como magnésio, cálcio, potássio, cobre e manganês. Também tem vitamina E e gorduras boas.
Farinha de arroz: usada para massas, engrossar molhos e preparar milanesas, é feita de arroz integral moído. É rica em proteínas e fibras, ajuda a controlar o açúcar no sangue e é fonte de ferro, magnésio, manganês e vitaminas do complexo B.
Farinha de aveia: feita de aveia integral, tem gosto e consistência parecidos com a farinha de trigo. A fibra beta-glucana ajuda a diminuir o colesterol ruim e os níveis de açúcar e insulina no sangue. Também é rica em proteínas, magnésio, fósforo, vitaminas do complexo B e antioxidantes.
Farinha de milho: rica em fibras e carotenoides, como luteína e zeaxantina, que ajudam a prevenir degeneração macular e catarata. É feita do farelo de milho moído e tem vitaminas B1 e B6, além de manganês, magnésio e selênio.
Farinha de coco: tem sabor suave e levemente doce, funciona bem em panquecas e biscoitos. É obtida do coco seco, rica em fibras e ácido láurico, que ajuda a diminuir o colesterol ruim.
Farinha de grão-de-bico: tem textura granulada, é boa fonte de fibras e proteínas. Ajuda a prolongar a sensação de saciedade e pode beneficiar a saúde cardiovascular por causa do magnésio e potássio.
Farinha de tapioca: produzida do amido da mandioca, tem amido resistente que funciona como fibra, melhora a digestão e a sensibilidade do organismo à insulina. Ajuda a reduzir o açúcar no sangue e regular o apetite.
Farinha de mandioca: feita da mandioca seca e ralada, tem benefícios parecidos com a farinha de tapioca. O amido ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue e a prevenir cãibras e pressão alta, por causa do potássio e magnésio.
Farinha de trigo sarraceno: apesar do nome, não é trigo, mas uma semente sem glúten. É rica em proteínas vegetais e magnésio. Tem efeito prebiótico, estimulando bactérias benéficas do intestino.
Farinha de alfarroba: produzida da trituração de vagens inteiras da alfarroba, uma árvore leguminosa. Tem fibras e vitaminas A e E.